PERFIL
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[Recadinho pra você]

No final de 2004, meu amigo Alaor me enviou por e-mail o texto que um locutor de rádio - Irineu Toledo, escreveu. Nele, ele dizia que vinha aprendendo a desempenhar um papel que, talvez, dispensava a originalidade, ou a vaidade da autoria. Assim, quem sabe ele escapasse da soberba, pelos milhares de ouvintes com quem falava a cada minuto. Tudo que ele poderia oferecer era(é) sua voz e sua verdade, enquanto se apropria de textos e mais textos que não precisam ser dele. Por isso, sem a mínima pretensão, ele diz, sem medo de infringir leis de direitos autorais, para o bem de quem ouve, que ele se sente no dever de se apropriar de idéias dos outros no dever de difundi-las. Ele só repete o que lê e o que dizem, sem perceber que o endereço é a mente ou o coração. Quando ele abre o microfone ele é mais que ele. Ou seja, ele é ele mais os outros que ele gosta. EU TAMBÉM!!!
Psique®



[ Um pouco de mim ]



Nickname: Psique®

Idade: 36 anos (18/12)


Signo: Sagitário

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Parafraseando Martha Medeiros, eu também gosto de pessoas inteligentes que enxergam o mundo com humor. Não precisa ser famoso. Tem muitas pessoas em quem eu bato o olho e penso: deve ser legal ser amiga dele. É gente que não carrega o mundo nas costas, que fala olhando nos olhos, que não se leva tão a sério, que é franca na hora do sim e na hora do não. É difícil sacar as qualidades de uma pessoa sem antes conhecê-la, mas intuição existe pra isso. Tenho vários amigos que enriquecem minha vida e se encaixam no meu conceito de "pessoas especiais", mas meu coração é espaçoso e está em condições de receber novos inquilinos: Paulo Coelho, se você quiser, ainda tem lugar!!!


Psique®



"Sou lenda, porque as lendas são envoltas em mistério e magias, são uma criação dos caminhos da mente, da vaga imaginação, da liberação dos silêncios da alma...
Sou lenda, porque as lendas correm soltas junto ao vento, buscando as vozes da memória para que alcancem as histórias perdidas no tempo.
Sou lenda, pelo desejo incontido que há em mim de tornar possível o encontro entre a Lua e o Sol, diminuindo os entraves da dor...
Então, sendo lenda, possa cavalgar pelos seus sonhos, velejar pelos mares da sua saudade, passear solta pelos seus pensamentos...
Sendo lenda, possa brincar com a sua alegria, ser parte da sua emoção e caminhar tranqüila pela sua ilusão.
Sendo lenda, possa escrever meu nome na sua vida, e me instalar no aconchego do seu coração, como uma sensação chegando pelo perfume do ar...
Sendo lenda, possa eu ser parte de você, ainda que você não perceba."

(Débora Böttchen)



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[Quarta-feira, Novembro 19, 2008]



Oie moçada!!! Namastê!!!
Amanhã aqui na cidade onde trabalho é feriado municipal da Consciência Negra, portanto, não estarei postando! E... se por acaso eu não postar na sexta, é pq o chefe "emendou"... rs


CADA UM COM SEUS PROBLEMAS
(Maria Silvia Orlovas)

Na primeira vez em que ouvi alguém falar "cada um com seus problemas", confesso que achei o termo muito agressivo. Como sou uma pessoa muito preocupada com o bem estar dos outros e sempre disponível para ajudar, não poderia achar correto alguém se fixar em si mesmo deixando o resto do mundo de lado. E ainda carregada com minha forma altruísta de ver a vida, achei a pessoa egoísta e autocentrada. Porém, com o passar do tempo observando as atitudes das pessoas e as minhas próprias fui entendendo o lado positivo desse pensamento.
Claro que no caminho espiritual aprendemos que devemos nos abrir ao amor, estender as mãos para as pessoas, ajudar o próximo, cuidar daqueles que estão à nossa volta, mas ainda assim precisamos saber o limite de nossas ações. Porque ajudar sem ser chamado, rapidamente nos transforma de bonzinhos em intrometidos. Saímos da sintonia de pessoas bem intencionadas e assumimos um ar inconveniente.
Precisamos saber dos nossos limites e aprender a respeitar os das pessoas. Falar demais não ajuda em nada, mas manter o silêncio em momentos em que as pessoas esperam uma opinião ou atitude nossa também não é bom.
Uma atitude sábia e amorosa é dar tempo ao tempo, mas ainda assim nos mantendo presentes e solícitos. E essa atitude consciente só é possível quando temos uma boa dose de autoconhecimento. Aliás, o autoconhecimento é o mais poderoso instrumento de cura na caminhada para uma vida melhor.
Quem se conhece não fica implorando por carinho tentando agradar a todos e constantemente sofrendo com o descaso das pessoas. Porque muitas vezes pessoas carentes fazem tudo pelos outros, se humilham na tentativa de ganhar o afeto e o respeito do outro. Depois, quando a relação balança ou termina se sentem humilhados, traídos e usados.
Não foram poucas as pessoas que atendi com esse tipo de reclamação. E a maioria eram pessoas boas, amorosas que estavam sofrendo, inclusive, fisicamente com dores inexplicáveis, fibromialgia, enxaquecas constantes e outros sintomas com milhares de causas possíveis, mas que no fundo nasciam junto com um estado emocional perturbado e sofrido mergulhado no rancor.
Fazer o quê senão mudar de atitudes? Parece simples, mas não é, porque são processos inconscientes. As pessoas não sabem que estão se excedendo, amando demais, compreendendo demais, ajudando a família sem respeitar seus próprios limites. Claro que algumas situações são cármicas, o que torna a relação confusa e tumultuada. Já percebi que questões cármicas muitas vezes parecem ridiculamente fáceis de resolver para alguém de fora, mas são profundamente complicadas para quem está envolvido.
Assim, fica claro que não adianta dar palpites. Lucinéia me trouxe um caso típico dessa situação simples e complexa ao mesmo tempo. Desde criança tinha um relacionamento complicado com a mãe que, muito exigente, a criticava constantemente apontando suas falhas. Já a outra irmã de temperamento muito mais belicoso que o dela combateu a mãe e sem culpas se distanciou da família. Assim, foi natural e sofrido que ela terminasse cuidando da mãe idosa, o que ela fez com muita raiva e sofrimento. Como era uma pessoa amável, ao longo do penoso percurso de cuidados com a mãe, acabou se entendendo com ela e fazendo as pazes com o destino cruel. Felizmente, a revolta se transformou em libertação, embora tenha sido um tormento para aquela mulher vencer essa provação.
Foi tudo muito difícil, pois quando ela veio me procurar depois de dez anos do ocorrido, seus olhos ainda se enchiam de lágrimas frente àquele período de sua história. Como ela vinha de uma formação espírita, queria entender o que tinha feito no passado para merecer essa dor. Expliquei que esse sentimento não estava preso ao passado, mas que continuava alimentado por ela no presente porque se nos mantemos na condição psicológica correspondente à dor, ela se manifestará muitas vezes. O que vimos em vidas passadas confirmou minhas suspeitas de que esta mulher continuava não impondo limites em seus relacionamentos, nem se permitindo existir de verdade. Todos eram mais importantes do que ela. As vidas mostraram escravidão, dor, sofrimento e renúncia.
Quando terminamos a sessão ela ainda não compreendia o que fazer, como agir em sua vida já que há muito tempo não se dava ao respeito; ela não tinha idéia de que se não se respeitasse ninguém a respeitaria. Falamos sobre mudar a atitude e assumir seus sentimentos, sua contrariedade, sua negação, enfim, era fundamental que Lucinéia saísse desse estado de ânimo e visse a vida de uma outra forma.
Encarar que cada um deve cuidar de si mesmo com sabedoria é fundamental para uma libertação porque muitas vezes a questão pode até terminar no mundo objetivo, como aconteceu com Lucinéia, quando a mãe desencarnou e ela tinha feito tudo para o bom desenlace. No entanto, a situação continuava aflitiva porque ela sofria tendo pena de si mesma e daquilo que enfrentou. A dor continuava em sua mente e, com isso, a mãe já no plano espiritual se fixava nela com sentimentos de culpa por ter feito a filha sofrer. Ambas presas a um problema que não mais existia de forma objetiva.
Trabalhei com esta moça a libertação, ensinando meditações e incentivando a leitura e abertura para uma forma descontraída de ver a vida, porque o tempo passa e quanto mais nos perdemos sofrendo, mais nos distanciamos de uma existência saudável e positiva.
Faça o que precisa ser feito e deixe de lado a autopiedade e recriminações exageradas. Se você não pode mudar o mundo, mude você mesmo...


Abraços!!!


ॐ Silvia 山本 (Psique®) * Divague você também...:
8:42 AM

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[Terça-feira, Novembro 18, 2008]



Oie moçada!!! Namastê!!!
Contagem regressiva para o meu aniversário daqui um mês!... rs


CONSTRUINDO A PAZ
(Elisabeth Cavalcante)

É inacreditável pensar que para muitas pessoas a palavra paz seja algo abstrato, meramente discursivo. Conquistar a paz é um ideal de todos os seres humanos, mas ela não se resume apenas na ausência de guerras e conflitos.
É algo muito mais pessoal e subjetivo do que podemos imaginar, e sem sua manifestação individual, a paz coletiva se torna cada vez mais difícil. Como alcançar um estado de paz quando vivemos rodeados de notícias alarmantes e tragédias cotidianas que são, aliás, a demonstração mais evidente da ausência de paz nos corações?
De fato, nos dias em que vivemos não é fácil obter silêncio, recolhimento e quietude para experimentar a paz. Mas ela pode, sim, ser alcançada com determinação e vontade.
Se estivermos plenamente conscientes de que a paz não é uma dádiva, mas uma conquista, poderemos então acessar um novo estado de consciência, uma atenção permanente sobre nossos próprios humores e sentimentos, que pode nos levar a vivenciar cada vez mais esta energia.
Quanto mais precocemente iniciarmos essa tarefa, maiores serão as chances de que as novas gerações desenvolvam o cultivo da paz. Mas de nada adiantam belos discursos sem uma demonstração prática, em todas as situações de nosso cotidiano, de que somos defensores da paz. O exemplo ainda continua sendo o método mais eficaz de educação que podemos utilizar.
Precisamos decidir, a cada momento, se reagiremos a uma provocação com violência ou nos manteremos centrados e em sintonia com nosso verdadeiro eu, aquele que não se importa em ter sempre razão ou com a opinião que outros possam ter a seu respeito.
A auto-observação permanente é a única forma de combater a reação emocional instintiva, que nos impele para os atos inconscientes de violência, dos quais certamente iremos nos arrepender.
"Relaxamento e paz
Sempre que você se lembrar, relaxe profundamente e tranqüilize-se sempre que possível, a cada dia. Sem qualquer ação de sua parte, após alguns dias você sentirá que a paz se estabeleceu. Ela o seguirá como uma sombra.
Há muitos níveis de serenidade. Há um que você pode produzir apenas ao senti-lo, apenas ao dar a si mesmo uma profunda sugestão de que você está sereno; essa é a primeira camada. A segunda camada é aquela da qual você subitamente fica consciente; você não a cria, mas a segunda acontece somente se a primeira estiver presente.
A segunda é a real, mas é a primeira que ajuda a criar o caminho para ela. A paz vem, mas, antes que ela venha, como um pré-requisito, você precisa criar uma paz mental à sua volta. A primeira paz será apenas mental; será como uma auto-hipnose, criada por você. Então, um dia, subitamente você perceberá que a segunda paz aflorou. Ela nada tem a ver com a sua ação ou com você. Na verdade, ela é mais profunda do que você. Ela vem do próprio âmago do seu ser, do ser desidentificado, do ser não dividido, do ser desconhecido.
Nós nos conhecemos somente na superfície. Um pequeno lugar é identificado como você, uma pequena onda recebe um nome, é rotulada como você. Justamente dentro dessa onda, no fundo, está o grande oceano. Assim, lembre-se sempre de criar paz em volta de tudo o que você estiver fazendo. Esse não é o objetivo, mas apenas o meio. Uma vez criada a paz, algo do além a preencherá. Ela não virá a partir de seu esforço."
Osho, The Cypress in the Garden



Abraços!!!


ॐ Silvia 山本 (Psique®) * Divague você também...:
9:07 AM

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[Segunda-feira, Novembro 17, 2008]



Oie moçada!!! Namastê!!!
Bom, meu pai chegou ontem de manhã. Meu tio havia melhorado durante a semana, mas antes de meu pai e duas tias minhas embarcarem no sábado à noite pra SP, receberam a notícia que ele teve uma recaída e ficou ruim novamente. Agora o pessoal está na expectativa novamente... e torcendo pra que ele melhore!


O QUE SOU...
(Saul Brandalise Jr.)

Todos nós já nos deparamos com esta duvida e com a necessidade de entendermos o que efetivamente somos.
Primeiro precisamos assimilar que somos uma Essência que pode se tornar uma Alma. Ela o será dependendo da quantidade de energia positiva que estamos produzindo com nossos pensamentos e conseqüentes atitudes.
Isso posto, para facilitar, digamos que somos uma Alma, que temos atitudes corretas e que passamos a vida vigiando nossos pensamentos em busca do correto entendimento de nossa evolução.
Pronto. Agora estou preparado para a felicidade... Engano. Agora estou pronto para entender as dificuldades.
Hoje meu Mestre ND me disse:
Saul, a vida tem mais coisas de que não gostamos do que aquelas que apreciamos. Você tem que aprender a ver isso. Todos os instantes o ser humano joga Pingue-Pongue com a sua vida. Se a bola jogada é repleta de energia ruim... A vida retorna a mesma coisa.
Portanto, assim começamos a saber o que nos tornamos. Mas é importante registrarmos que somos efetivamente uma Essência/Alma que é "AGREGADA" de outros conceitos conforme a nossa escolha, repito, conforme nossa escolha para evoluir e aprender. Todas as dificuldades vividas são fruto de opções, quer pré-encarne ou mesmo por aquilo que plantamos nesta vida.
Desta forma é importante entendermos a influência de alguns vetores na formação de nosso caráter e, conseqüentemente, de nosso destino.
O primeiro deles tem a ver com os nossos familiares. Nossos pais se tornam, na maioria das vezes, os principais responsáveis pelo que somos. Copiamos padrões deles de maneira direta ou indireta. Nesta escala podemos agregar irmãos e demais parentes.
Em segundo plano entra a nossa crença religiosa. Ela pode ajudar ou nos castrar a evolução. Quanto mais medos nos põem na mente, menos enxergamos. Quanto menos vemos, mais difícil se torna viver sem a dependência de "alguém que me fez assim" ou me tornou isso que sou.
Em terceiro vem o meio em que vivemos. Nossos relacionamentos causam um impacto enorme nos conceitos que aplicamos em nossas vidas. Tudo aquilo que gostamos nas pessoas de nosso meio, assimilamos e incorporamos.
O quarto vetor é representado por nossos companheiros de jornada, os(as) parceiros(as) de vida. E, na seqüência, nossos filhos.
Portanto, sou o que admito como verdadeiro em minha família, minha religião e nas pessoas com as quais convivo.
Isso sou eu.
E, este eu que me torno é o responsável pelo que sou. É com estas verdades que encaro a vida, que consigo entender os livros que leio e aceitar as "novidades" que acabo descobrindo como tais. Este é o quinto vetor.
Assim, precisamos deixar registrado que nada nesta vida, em termos de evolução, se defronta com o certo e o errado. Nos deparamos sim, com o bom e o ruim.
Na situação, no momento, do bom e do ruim, temos um termômetro que nos permite entender o passado. Este estágio deve ser analisado de forma isenta para podermos efetivamente saber o que criei para mim mesmo.
Plantou... Colheu.
Se soubermos encarar a vida e com ela aprendermos, encontraremos em nosso interior uma verdade única e, desculpe a redundância, singular, chamada SABEDORIA.
Ninguém fica sábio copiando valores criados e praticados pelos outros. Isso é demagogia de religião.
O verdadeiro sábio descobre as suas verdades em seu interior e pelas suas atitudes.



Boa semana!!!
Abraços!!!


ॐ Silvia 山本 (Psique®) * Divague você também...:
9:14 AM

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[Sexta-feira, Novembro 14, 2008]



Oie moçada!!! Namastê!!!
Amanhã é aniversário do Bilac de Brasília e do Rabello de SP... parabéns, meninos!!!


QUANTO TEMPO DURA SUA FÉ
(Wilson Francisco)

"Sinto que preciso encontrar o meu caminho, minha direção, pois estou muito longe das coisas que sinto que preciso realizar. Há um anseio muito profundo em mim. Não sei por onde começar. Não sei se o período ainda é de espera. Simplesmente não sei. Gostaria de colaborar mais com a vida das pessoas. Procuro fazer algumas coisas, mas ao meu ver não é o suficiente. Muitas vezes vejo, não sei se na minha mente ou fisicamente, situações de cura e trabalhos de resgates realizados.
Penso que devo dar tempo ao tempo.
Penso também o quanto ainda preciso aprender.
Penso que não gosto de chorar escondida.
Penso que não quero sentir mais essa dor dentro de mim que não me dá descanso.
Penso que não gosto de ser uma criatura sem direção.
Penso que preciso aprender a me expressar com clareza, humildade e simplicidade.
Quando leio seus relatos fico encantada com a naturalidade das suas palavras, percebo como as coisas são simples. Gostaria muito de conversar um dia pessoalmente com você".
Dia desses uma outra cliente disse o seguinte: olha Wilson, aqui na consulta eu entendo tudo, fica mais claro, no entanto, com o passar dos dias, a névoa vai chegando, os pensamentos como que encurtam. E eu volto ao meu normal.
Algumas criaturas acreditam que através do passe, da aplicação do Johrei, de uma oração ungida com óleo, a pessoa pode estar transferindo algo para alguém. Hoje, eu entendo diferente. O que na realidade ocorre é uma ação municiadora, ativadora da força motriz que existe em todo ser. Explico melhor: numa linda passagem da Bíblia, Jesus afirma, diante da mulher que tivera estancada sua hemorragia, simplesmente ao tocar na fímbria de sua roupa: "alguém tirou de mim virtudes". O que será essa virtude que teve o poder de fazer uma transformação física no corpo da mulher? Virtude significa uma força, a força do Amor que estando em ritmo amplo e acelerado no Cristo, acionou a mutação, naquela mulher.
É isso que acontece, quando você impõe suas mãos, ou mesmo dá um toque quântico ou ainda ao dar um aperto de mão, carinhoso no doente, você está naquele momento acionando, com a força do Amor, a energia que dormita, que se acha imobilizada naquele ser. Naquele momento, há um processo mágico, uma ação espiritual, divina e ele pode ficar curado ou ter atenuada sua dor. Mas por quanto tempo?
Em algumas pessoas, dura uma semana, noutras o tempo de chegar em casa, vindo da igreja ou do Centro Espírita ou ainda pode permanecer até que algo ou alguém cause um contratempo e a criatura desmancha o processo e reassume a sua postura, desfibrada e empobrecida. E, então, a dor e o mal estão de volta. Ou a névoa ressurge, ensombrando seus pensamentos e ideais.
Por outro lado, temos muitas dúvidas sobre como viver, como entender a vida. Quando você está ouvindo uma palestra, a preleção do pastor, na missa, tudo fica mais claro. O terapeuta elucida, incentiva e indica caminhos e você se encanta e descobre que pode caminhar. Mas depois, diante dos obstáculos, tudo de novo parece confuso e difícil. Por quê?
Vamos combinar, essa vida é mesmo um tanto complicada de ser entendida. Ou será que você que é complicada? Entenda, você não é um erro do Universo, pelo contrário, você é a escolhida. É justamente para isso que está vivendo aqui na Terra. Para entender, para decifrar sua história. É assim mesmo, você precisa fazer a leitura da vida, entender o que você é e para que veio no planeta Azul.
Veja, por exemplo, quando quer arrumar um emprego. Você estuda, se prepara, vai a campo e dá o melhor de si, certo? Uma amiga sua quer ser atriz. Vai a uma escola, se dedica intensamente, procura estar no meio artístico para que alguém a "descubra".
Então, por que não aplicar tudo isso também na vida e nos relacionamentos? Pode ser esse o caminho, procure observar-se e observar esta pessoa que está vivendo ao seu lado; seus costumes, seus gostos, a origem dele ou dela, como foi sua infância, investigue. E com essas informações, mais o amor que você tem pela criatura, com certeza você poderá ter sucesso, na sua vida e na relação pessoal em casa.
Lembre-se, estamos neste mundo rodeado de pessoas desconhecidas. Quem não se surpreende, às vezes, com a atitude da mãe, do pai e até dos filhos. Imagine, então, o marido ou esposa, que nem são parentes. Vieram de outra cidade, de um tempo diferente, gostos e projetos desiguais dos seus. Mas quando você olha essa criatura, com os olhos do amor, tudo parece ficar pleno de brilho, está tudo claro. Por quanto tempo? Será Deus quem vai determinar o quanto você vai amar ou será você quem dará o tempo de sua felicidade. Pense nisso.
Só tomar passe, rezar na igreja, poderá não ser o suficiente. Nos relacionamentos e na vida em geral, tenha sempre um recurso pronto, para utilizar em sua vida. É isso, o tempo da sua cura ou de seu amor depende de você, do que você desenvolve em sua alma, não do que recebe de fora. Pode ser repetitivo, mas eu insisto em dizer, a sua paz, a cura do seu coração está dentro de você.
Uma internauta comenta o seguinte: "Li teu artigo, naquele momento estava sofrendo muito com um incidente com uma pessoa que amo muito e que me ama, mas nos maltratamos constantemente, fechei os olhos, invoquei a presença energética da pessoa e mentalizei perdão. Uma imagem surgiu em minha mente. A imagem era essa: eu estava sendo agredida fisicamente pela pessoa que hoje me faz sofrer (fato que nunca ocorreu entre nós), eu tinha outro corpo e ele também. Conseguia sentir meu sofrimento e o dele. Agredida e agressor sofriam muito. Fui inundada por um sentimento de compaixão. Não sei qual o resultado prático disso em nossa vida a partir de agora, mas estou me sentindo em profunda paz".
Muito interessante esse depoimento. A simples leitura do artigo, abriu um processo que revelava para ela uma situação que provavelmente aconteceu em uma vida passada, envolvendo ambos. E a visão daquele fato, trouxe para o seu coração, paz. Quanto vai durar essa sensação? Ela está curada? Não importa, ela gostou do que aconteceu, ficou em paz, isso é que é relevante para ela.
Por certo, essa janela que se abriu, pode ser o prenúncio de um caminho, que ela poderá percorrer, a minha experiência diz isso. Você recebe um apoio, uma revelação e tudo isso representa o convite para projetos e decisões. É como você receber o convite para um baile, colocar um vestido muito lindo, ficar em estado de total felicidade e permanecer em casa.
Vamos, saia para o mundo, você foi escolhida, alguém selecionou você, deu um minuto de paz, um encontro bom, uma informação preciosa. Este é o recurso que faltava, para você sair do atalho e encontrar o rumo certo. A fé que o Universo desperta em nós, precisa ter um operacional, exige uma atitude. Aliás, na Bíblia está escrito: a fé sem obras é morta. E você está na Terra, para viver e ser feliz.


Bom final de semana!!!
Abraços!!!


ॐ Silvia 山本 (Psique®) * Divague você também...:
8:37 AM

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[Quinta-feira, Novembro 13, 2008]



Oie moçada!!! Namastê!!!
Bom... mudando o rumo da prosa, hoje temos o aniversário da Fran (filha da amiga San, de Balneário Camboriú/SC) e da Kika (amiga da minha mana e minha amiga tb). Desejo as duas parabéns, felicidades, saúde e boas conquistas!


ESTENDER AS MÃOS...
(Maria Silvia Orlovas)

Como é bom quando estamos tristes e alguém nos acolhe, oferece apoio ou simplesmente escuta nosso desabafo!
Quem um dia não precisou de um ombro amigo? E quem um dia não teve a oportunidade de servir de apoio a alguém?
Com certeza, oferecer e receber carinho é algo muito bom, mas nas relações íntimas muitas vezes as coisas se perdem e as pessoas acabam esperando uma das outras mais do que deveriam. São muitos os casos de amizades que terminam por conta de um desencontro. Isso para não falar em amor e relacionamentos mais profundos.
Todos nós esperamos coisas das pessoas que estão à nossa volta. Todos temos expectativas quando conversamos, ou oferecemos idéias a aqueles que estão no nosso caminho e é muito fácil se decepcionar com o esquecimento, ou a falta de comprometimento do outro e de lealdade...
Esther me procurou para ajudar a curar uma dor de amor. Homossexual, estava bem resolvida com sua afetividade, porém, sofria absurdamente depois que foi abandonada por sua companheira que nem sequer atendia ao telefone. Mulher madura e inteligente, ela não esperava que a outra mudasse de atitude até porque já havia feito todas as tentativas neste sentido e nada tinha adiantado. Como entendia que esse fato não era uma novidade em sua vida, pois já tinha acontecido algo semelhando num relacionamento anterior, queria ver o que estava preso em Vidas Passadas.
Expliquei que nem sempre podemos direcionar a sessão e que era importante justamente deixar a energia fluir, pois é na fluidez que acontece a cura, quando abrimos mão do nosso jeito de ver a vida para dar espaço a uma nova forma de viver.
A sessão mostrou uma vida como amazonas, na qual minha cliente teve que enfrentar a ausência da companheira que quis ter um filho. Quando a criança nasceu a outra abandonou tudo e foi viver com o pai da criança... Ela se sentiu preterida, diminuída e com muita raiva. Tocou sua vida por que era uma guerreira, mas não limpou este trauma. Sentiu-se traída pela outra porque acreditara que viveriam juntas, companheiras para sempre. Não aceitou que a outra pudesse mudar de idéia e guardou o sentimento de inferioridade frente à escolha da parceira dentro do seu coração.
As vidas que se seguiram mostravam sempre o mesmo padrão, um sentimento de inferioridade, carência afetiva e um imenso desejo de fazer tudo para agradar e seduzir o outro. Essa tendência era tão forte que Esther é hoje uma mulher super organizada, até meio perfeccionista com seus compromissos. Com isso, ela se tornou também bastante exigente no convívio.
Voltando da sessão, ela me disse que tinha feito tudo para a companheira e que não entendia a reação da outra, mas que entendia que tudo tinha um limite e quando a outra pediu para morar junto ela recusou.
"Mas por que você não quis morar com sua namorada?"
"Bom, Maria Silvia, achei que estava me doando demais e fiquei com medo que ela me usasse. Achei que ela queria que eu bancasse coisas demais na vida dela. Fiquei com medo de não receber nada em troca".
Claro que a atitude da Esther é compreensível porque todos nós esperamos coisas das pessoas. Esperamos reconhecimento, gratidão, entendimento e ajuda, e geralmente esse retorno não vem das pessoas que ajudamos, que amamos. Às vezes, a vida dá uma grande volta até nos oferecer coisas boas, mas a vida espiritual ensina que uma hora os ventos sopram a nosso favor. No caso em questão, Esther fechou o fluxo e depois se ressentiu com o resultado. Mas o que fazer se ela achou que ali estava o seu limite na doação? Cada um sabe das suas possibilidades.
Estender a mão deve ser um ato consciente de oferecer sem esperar a troca porque essa espera pode ser muito frustrante. Então, se damos algo a alguém, que façamos porque podemos, sem doar para seduzir o outro a gostar de nós. Damos porque temos em abundância, porque essa história de ser bonzinho só para ficar bem na foto é uma forma falida de arrumar a felicidade.
Vamos estender a mão quando de fato estivermos conectados com a fonte divina. Vamos ouvir o outro quando tivermos vontade, tempo e disposição. Vamos ajudar o amigo, irmão, namorado quando pudermos e, se não estivermos disponíveis, vamos dizer "não" sem medo de magoar. Porque é melhor a gente ser honesto e conviver com as nossas escolhas do que deixar a vida nos levar e ficar com raiva de ver onde chegamos.
Que estender a mão seja tão fácil quanto acenar com ela uma despedida...



Abraços!!!


ॐ Silvia 山本 (Psique®) * Divague você também...:
8:27 AM

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[Quarta-feira, Novembro 12, 2008]

Imagem que está no meu monitor


Oie moçada!!! Namastê!!!
Bom, a notícia de ontem sobre meu tio não é nada animadora. Agora ele está dopado e a infecção atingiu os pulmões... não sei se meu pai e minhas tias conseguiram visitá-lo, afinal, ele está na UTI e a gente sabe como as visitas são controladas...
A tendência é sempre esperar pelo melhor, mas acredito que quando chega a hora, não há nada que impeça da pessoa fazer sua viagem... seja de forma natural, seja de forma trágica ou seja por erro médico...


RECONHECIMENTO
(Elisabeth Cavalcante)

Por que será que a maioria de nós sente tanta necessidade de reconhecimento? Mesmo quando realiza um trabalho bem feito, original, que lhe proporciona uma satisfação interior, o ser humano não consegue senti-la completamente, se não obtiver como resultado adicional o reconhecimento do mundo.
Muitas vezes, ainda que tenhamos feito o melhor, e nossa satisfação seja grande, ela é imediatamente minada se alguma crítica exterior nos é direcionada. É como se nossa própria avaliação tivesse pouco ou nenhum valor e apenas a opinião e a visão que o outro tem de nós é que avaliza nossa competência.
Visto que o julgamento do outro está sempre contaminado por suas próprias expectativas, frustrações ou projeções, dar a ele tamanho peso só pode resultar em muitos problemas para nossa vida.
Enquanto não aprendermos a aceitar que nunca conseguiremos satisfazer a maioria das pessoas e que nossas qualidades devem ser respeitadas, inicialmente por nós, continuaremos vivendo na ansiedade de satisfazer os outros em primeiro lugar.
Quantas pessoas se sentem infelizes, mas prosseguem realizando coisas que não gostam apenas para corresponder às expectativas alheias? Esta é a principal armadilha do ego, ele se alimenta de elogios, palavras nem sempre sinceras, mas que lhe dão a ilusão de que está no caminho certo.
Afinal, para obter o respeito alheio vale qualquer coisa no mundo em que a vaidade e o orgulho predominam sobre quaisquer outros sentimentos.
Somente uma auto-estima sólida e uma confiança absoluta em nossa voz interior é que poderá nos ajudar a enfrentar as críticas alheias com serenidade. Para tanto, é fundamental que nossas ações sejam aprovadas, antes de tudo, por nossa própria consciência.
É muito bom receber demonstrações exteriores de admiração e apreço mas, melhor ainda é quando estes sentimentos brotam de nosso próprio coração, pois eles nos libertam da dependência à aceitação alheia, que tanto nos escraviza e impede nosso crescimento.
"... É preciso lembrar que a necessidade de obter aprovação e de ser reconhecido é uma questão que diz respeito a todo mundo. A estrutura de toda a nossa vida é essa que nos foi ensinada: a menos que exista um reconhecimento, nós somos ninguém, nós não temos valor.
O trabalho não é o importante, mas sim o reconhecimento. E isso coloca as coisas de cabeça para baixo. O trabalho deveria ser o importante – uma alegria em si mesmo. Você deveria trabalhar, não para ser reconhecido, mas porque você curte ser criativo, você ama o trabalho em si mesmo.
E esta deve ser a maneira de ver as coisas: você deve trabalhar se amar aquele trabalho. Não peça reconhecimento. Se ele vier, aceite-o tranqüilamente; se ele não vier não pense a respeito. A sua realização deve estar no próprio trabalho. E se todos aprendessem esta simples arte de amar o seu trabalho, seja qual ele for, curtindo-o sem pedir por qualquer reconhecimento, nós teríamos um mundo mais belo e mais celebrante.
Do jeito que o mundo é, vocês têm estado presos num padrão miserável. O que você faz é bom, não porque você ama fazê-lo, não porque você o faz perfeitamente, mas porque o mundo o reconhece, lhe dá uma premiação, lhe dá medalhas de ouro, prêmios Nobel.
... Eles têm tirado todo o valor intrínseco da criatividade e destruído milhões de pessoas - pois você não pode dar prêmios Nobel a milhões de pessoas. E têm criado o desejo por reconhecimento em todo mundo, de modo que ninguém consegue trabalhar em paz, curtindo qualquer coisa que esteja fazendo. E a vida consiste em pequenas coisas. Para as pequenas coisas não existem premiações, nenhum título concedido pelos governos, nenhuma graduação honorária dada pelas universidades.
... Por que você deve se preocupar com reconhecimento? Preocupação com reconhecimento somente faz sentido se você não ama o seu trabalho, nesse caso ele não tem significado, então o reconhecimento parece ser um substituto. Você detesta o trabalho, não gosta dele, mas você o faz porque será reconhecido, será apreciado e aceito. Ao invés de pensar no reconhecimento, reconsidere o seu trabalho. Você gosta dele? - então ponto final. Se você não gosta, então, troque-o!
... Olhe no fundo de si mesmo. Talvez você não goste do que está fazendo, talvez você tenha medo de encarar que está no caminho errado. A aceitação irá ajudá-lo a achar que está certo. O reconhecimento irá fazê-lo achar que está indo para o objetivo correto.
A questão diz respeito aos seus próprios sentimentos internos, ela nada tem a ver com o mundo externo. Por que depender dos outros?
... Para ser um indivíduo, viva em total liberdade, apoiado em seus próprios pés, beba a sua própria fonte. Isso é o que torna um homem verdadeiramente centrado, enraizado. Este é o início do seu florescimento supremo..."
OSHO - Beyond Psychology



Abraços!!!


ॐ Silvia 山本 (Psique®) * Divague você também...:
8:09 AM

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[Terça-feira, Novembro 11, 2008]



Oie moçada!!! Namastê!!!
Como é frágil a vida humana! Ontem veio a notícia de que meu tio (irmão mais velho de meu pai) foi internado em Londrina/PR após um exame de próstata na semana passada. Estava marcada uma biópsia, mas após o exame ele começou a passar mal (vômito, diarréia, febre...). Foi internado com suspeita de infecção hospitalar e no sábado foi para a UTI. No domingo seu quadro piorou e chamaram os irmãos para visitá-lo (diz que quer se despedir). Meu pai viajou ontem com minhas tias. Está inconsolável... apesar do quadro, espero que com a presença dos irmãos e a corrente de todos, ele melhore...


PODEMOS ACEITAR A MORTE E ESCOLHER VIVER
(Bel César)

Hoje estive com uma amiga que está enfrentando um momento de grande decisão: começar ou não um novo tratamento para combater um câncer em estágio já avançado. Os médicos a estimulam a continuar, enquanto sua família não sabe o que lhe dizer, pois teme que este tratamento a faça sofrer demais. Semana passada, ela já resolveu não receber a quimioterapia e agora ainda se questiona se é uma decisão correta parar o tratamento.
É incrível: quando estamos diante de uma situação como esta, parece que todo mundo tem algo a nos dizer, mas, na realidade, estamos sós para decidir. Afinal, seja ela qual for, a escolha é sempre nossa, só nossa. Conselhos podem nos direcionar para um lado ou outro, mas, ao colocá-los em prática, seremos nós que teremos que passar pela experiência escolhida. Nestes momentos, só nos resta abraçar o paradoxo de unir o desejo de viver ao medo de enfrentar um tratamento que nos faça sofrer mais ainda.
Conversando, ela me disse: "Eu já estava aceitando que não tenho mais nada a fazer, mas agora esse tratamento me deixou novamente em dúvida". Então, eu lhe disse: "O que você está me dizendo é que já está aceitando a morte, mas isso não quer dizer que esteja escolhendo morrer. Como seria continuar o tratamento sem deixar de continuar aceitando a morte?"
Assim, conversamos sobre o quanto nos faz mal separar a morte da vida... como se, ao aceitarmos morrer, estivéssemos desde já deixando de viver. Podemos aceitar a morte e escolher viver!
Em seguida, fizemos um relaxamento para sentir como seu corpo reagiria frente às suas escolhas. De olhos fechados, ela procurou sentir se alguma parte do seu corpo ficaria mais tensa diante da escolha de fazer ou não o tratamento. Mas, seu corpo permanecia igualmente relaxado, tanto para sim como para não. Assim, permanecemos em silêncio mais um pouco até que ela me disse: "Vou marcar o exame do coração para saber se tenho condições ou não de fazer o tratamento". Então, nos abraçamos e concluímos: "Pois é, desta vez é mesmo o coração quem vai decidir!".
O budismo nos estimula a aceitar as coisas como são. Pois, à medida que paramos de lutar contra a realidade iminente, algo natural e confiável ocorre em nosso interior. Quando estamos menos ligados nos resultados futuros e mais abertos para compreender o que está ocorrendo a cada momento em nós, nosso desafio torna-se menor e mais palpável: quando estamos mais próximos de nossas necessidades imediatas, podemos aplicar o esforço correto de acordo com nossas reais capacidades.



Abraços!!!


ॐ Silvia 山本 (Psique®) * Divague você também...:
8:38 AM

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